Age of Youth


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Age of Youth / Hello, My Twenties! 

Hangul: 청춘시대

Romanizado: Cheongchunsidae (Idade Juvenil)

Ano: 2016

Sinopse:

Cinco universitárias com personalidades variadas compartilham a casa e os problemas delas.

Vale a pena?

Olá, dorameiros de plantão!

Dificilmente vamos topar com outra sinopse tão sucinta, incompleta e ao mesmo tempo tão verdadeira, como a de Age of Youth. Confesso que foi justamente pela temática slice-of-life (gênero não-acontece-nada) que comecei a assistir. Depois de várias doses de amores sofridos e perfeitos, um choque de realidade parecia uma boa pedida.

Hoje não vamos falar de nomes e elenco, porque isso fica em segundo plano aqui.

Logo no primeiro episódio, entendi por que é aquele dorama que você quer indicar para todo mundo! E isso é sério! Os episódios têm em torno de uma hora, então são um pouco extensos, mas não são cansativos, porque a narrativa é leve e envolvente, do tipo que você não se esforça para entender, mas quer muito acompanhar.

Para pensar Age of Youth, é necessário esquecer o óbvio. Já de começo, são cinco protagonistas, universitárias, com idades que variam na casa dos vinte e o foco não é o romance, apesar dele acontecer – ou não, como é de se esperar da vida. Cada uma delas é tão complexa e tão profunda que é impossível não se apaixonar por todas, em suas peculiaridades. Não posso falar de cada uma separadamente, porque não consigo fazer jus às personagens, belíssimas, encantadoras e absurdamente reais. Aliás, real é a palavra chave por trás desse dorama. 

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Não tem floreios, meias palavras ou açúcar para amenizar as situações. Se as personagens não agem por conta, nada acontece, exatamente como a vida é. Mas nem por isso é uma história sombria. Ele é cheio de risadas, momentos doces, lágrimas angustiadas e a pesada dúvida da juventude, em toda sua magnitude. Com as cinco personalidades, temos cinco mentes apavoradas com o futuro e o presente (às vezes com o passado) e é muito fácil se identificar com os perrengues que elas enfrentam.

A melhor parte é a interação entre as personagens, tão sutil e calorosa que soa como se fossem amigas nossas também, que moram ali, no apartamento ao lado. A amizade que cresce nos episódios nos faz desejar fazer parte dessa república para garotas e beber cerveja ao redor da mesa de cinco lugares, todos os domingos à noite. De novo, deixando o óbvio de lado, é a amizade o tema central da história, e é ao redor dela que tudo se desenvolve. Desde o início tímido, o crescimento da confiança, a lealdade e a entrega dos sentimentos que depositamos nos amigos, Age of Youth consegue narrar isso de uma forma sensível e verdadeira.

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Como um ponto positivo extra, a trilha sonora é tão gostosinha que você vai querer baixar toda a playlist – é impossível pular a abertura! As cores claras usadas e a luz natural abundante deixam um clima de primavera que faz suspirar até as almas mais sombrias e me deixava muito animada! 

Vale a pena se tornar mais uma das pessoas que diz “você precisa assistir Age of Youth!”, eu recomendo!

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Xoxo, Nana 

 

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Oh My Ghost

 

 

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Oh My Ghost / Oh My Ghostess

Hangul: 오 나의 귀신님

Romanizado: O Naui Gwisinnim (Oh meu fantasma)

Ano: 2015

Sinopse:

Na Boon Sun (Park Bo Young) é uma mulher diferente das demais pela sua capacidade de ver espíritos desde muito nova, por isso é extremamente tímida e fechada. Apesar disso, Boon Sun tem o sonho de ser chefe de cozinha e trabalha como Assistente de Chef no Restaurante Sun para conseguir pagar suas contas, mas a jovem é secretamente apaixonada pelo grande Chef Kang Sun-Woo (Jo Jung Suk) e, por ser muito tímida, não tem coragem de confessar seus sentimentos.

Shin Soon Ae (Kim Seul Gi) é uma jovem mulher que morreu sem nunca ter experimentado um romance em sua curta vida. Ela está determinada a seduzir o máximo de homens possível e a perder sua virgindade, acreditando que assim poderá chegar feliz ao pós-vida e vê a oportunidade quando vê Boon Sun na rua enquanto fugia de uma xamã (Lee Jung Eun) e encontra o instrumento perfeito para cumprir sua missão.

Sun Woo está se recuperando de um coração partido, mas logo começa a prestar mais atenção em uma Boon Sun mais ousada e confiante sem saber que esta é na verdade Soon Ae.

Vale a pena?

Olá, dorameiros de plantão!

Oh My Ghost é uma daquelas incríveis surpresas do catálogo. Me atrair não problema, porque adoro o tema sobrenatural em qualquer tipo de gênero, então, gostei da sinopse, apesar de “fantasma virgem” me deixar preocupada com cenas de vergonha alheia.

MAS (e aqui cabe uma caixa alta muito bem) Oh My Ghost é muito mais do que uma fantasma tentando seduzir alguém. No primeiro episódio, assim que a Soon Ae apareceu com uma personalidade incrível, divertida e humana de verdade, eu sentei direito no sofá e percebi que iria colar os olhos na tela. Primeiro que a atriz Kim Seul Gi não tem aquele rosto comum de protagonista boneca de porcelana. Ela é muito expressiva, sem ser forçada, e tem um sotaque ótimo quando começa a gritar (e ela grita bastante). Já fiz a lista de todos os trabalhos dela para conferir.

A outra protagonista, à cargo da fofíssima Park Bo Young, quase me desanimou no começo, mas antes do primeiro capítulo terminar, já estava chorando por causa dela. Digamos que a vida é bem difícil quando não se dorme por causa de fantasmas te chateando o tempo todo.

É ai que entra a Soon Ae, porque, quando ela possui a Boon Sun, também espanta os outros fantasmas (aos berros). A relação das duas é de uma amizade bonita que cresce na medida certa, afinal, não é tão fácil assim viver com alguém a mais no seu corpo. A atuação da Bo Young é incrível por fazer dois papéis e incorporar os trejeitos da Soon Ae. Me arrancou boas risadas.

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O famoso e incrível chef de cozinha merece o prêmio de Oppa dos Sonhos. Como não poderia faltar em um dorama de comédia romântica, ele é um pouco grosso e orgulhoso, mas também é engraçado, gentil e com uma personalidade muito infantil – não no sentido irritante da palavra. Ele dá o braço a torcer, faz caras e bocas e chora várias vezes. Os doramas recentes tem investido muito nisso, mas o ator Lee Jung Eun é um doce de pessoa e eleva em vários patamares a noção do que é um Oppa perfeito.

Por falar em chorar, eles sabem como fazer isso. Choro nota 10 para todos os envolvidos. Nada de lágrima desanimada, aqui é soluço e rosto melado mesmo.

E sabe aqueles surtos de fofura que é impossível controlar? É o que acontece conforme o casal principal, que é um triângulo sutil com o fantasma, vai se aproximando. Não tem aquela enrolação chata de muitas histórias, o chef Sun Woo não vê problema algum em admitir que está apaixonado, principalmente porque é um enredo mais maduro, com beijos de verdade e sem muito drama.

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Romance: Ok.

O restaurante ainda conta com uma equipe divertidíssima, que são quatro cozinheiros de mão cheia e um entrosamento que aquece o coração de qualquer um. Parece que eles se conhecem desde sempre e, vamos combinar, é um dorama de dar água na boca. Até fiquei com vontade de cozinhar depois de assistir.

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Comédia: Ok.

E só isso seria o suficiente para completar um menu saboroso, mas Oh My Ghost ainda revela, aos poucos, que nem tudo são flores, e o mistério sobre a morte de Soon Ae aos poucos ganha forma. É de ficar ansioso do começo ao fim, porque quando tudo começa a ser desvendado, surgem mais complicações.

Suspense: Super ok!

Existem tantos personagens incríveis que é impossível falar de todos e eu já me alonguei bastante. É um dorama que olharia de novo? Amanhã mesmo! Merece um grande e redondo 10 em todos os sentidos e indico sem sombra de hesitação.

Xoxo, Nana

Hwayugi

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Hwayugi / Uma Odisseia Coreana

Hangul: 화유기

Romanizado: Hwayugi (Orgânico)

Ano: 2017

Sinopse:

Jin Sun Mi nasceu com a habilidade de ver espíritos, mas isso fez com que sua vida fosse muito difícil. Quando criança, encontrou-se com duas criaturas sobrenaturais, e uma delas, o Sábio da Essência Celestial, Song Oh Gong, fez um acordo com ela: viria salva-la sempre que Jin Sun Mi chamasse seu nome. 25 anos depois, Jin Sun Mi é uma mulher rica e bonita, que tem que lidar com demônios que aparecem em seu caminho. Woo Hwi Chul, o Rei Demônio, está tentando se promover como Deus e Song Oh Gong está desesperado para liberar seus poderes. As coisas se tornam ainda mais complicadas quando, a lenda de que o sangue de um certo humano pode fazer com que qualquer espírito se torne muito poderoso, é confirmada. Song Oh Gong decide comer esse humano, enquanto o Rei Demônio quer protege-lo.

Vale a pena?

Olá, dorameiros de plantão!

Antes de tudo, conciliar a faculdade com a vontade de assistir dorama é bem difícil! Mas vamos lá… Vale a pena?

Geralmente, penso sobre o assunto algum tempo depois de assistir, mas nesse caso, terminei o dorama ontem à noite e fiquei pensando nele até agora, então é justo fechar esse ciclo de uma vez. Confesso que comecei a assistir com o mesmo pé atrás que tinha com Descendants of the Sun: muito queridinho, caiu no gosto de todo mundo… Sim, eu sou esnobe com títulos famosos!

Mas, foi uma surpresa muito agradável! Hwayugi é baseado no conto chinês, Uma jornada para o oeste, de onde, vamos todos relembrar, surgiu a ideia para o personagem Son Goku – familiar, não? Então. Vamos começar falando sobre Song Oh Gong, interpretado pelo ator, cantor, compositor e anfitrião mais carismático de todos os tempos, Lee Seung Gi. O papel seria de outro ator, mas ele recusou e felizmente, fomos agraciados com a interpretação cômica e tocante de Lee Seung Gi. Sabe aqueles papéis que não poderiam ser de outra pessoa? É esse o caso.

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O Sábio da Essência Celestial é um protagonista divertido, mas não cansativo, com uns rompantes de raiva ou infantilidade que são agradáveis e não forçam a barra, como pode acontecer. Em parte, a relação dos protagonistas é um balanço equilibrado porque, na outra ponta, temos a elegante Oh Yeon Seo interpretando Jin Sun Mi. Já vi algumas pessoas reclamando do jeito tranquilo demais da protagonista, que não cai de amores pelo sábio assim de cara, mas isso também combina com a trama.

Hwayugi não é um amor adolescente, mas sobre uma divindade imortal e uma mulher madura, que sofreu muito e enriqueceu sozinha, não precisa absolutamente de um cara arrogante lhe dizendo o que fazer. Só ai já temos ponto importante a favor, é Song Oh Gong que precisa melhorar para se aproximar dela, mesmo que a intenção inicial seja devora-la!

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Passando aos coadjuvantes, penso seriamente em fazer uma resenha apenas para eles! Hwayugi tem um elenco de peso para acompanhar os protagonistas. Para começar, tem participação especial do maravilhoso Jang Keun-suk (oppa!) e  Lee Hong Gi como PK, um astro pop, que também é uma divindade doce e bastante humana, que acaba em um dos ships mais fofos e dolorosos de toda a minha vida de dorameira, ao lado da zumbi Bu Ja.

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Tem tantos personagens bons que eu poderia falar o dia todo, mas já nos alongamos demais. Se quer um conselho: vá assistir Hwayugi! Minha nota final é 9,5, porque na reta final, pareceu que estavam alongando algumas partes, o que fez perder o ritmo envolvente do começo, mas mesmo assim, amei e recomendo de verdade.

xoxo, Nana

A Day [filme]

Hola hola *naraolla olla jeo wiro*! Eu disse que não ia desaparecer de novo, não é? Pois cá estou depois de poder passar um final de semana em casa, finalmente.

Pra resenha de hoje eu tive que fazer uns malabarismos, porque eu tinha selecionado um filme e ele acabou sendo uma enorme decepção, então tive que partir para uma aventura de exploração na internet atrás de um filme bom, ou pelo menos razoável, pra assistir.

Assim, a resenha de hoje, que deveria ser sobre o filme V.I.P, será sobre A Day: mais um daqueles achados aleatórios e sensacionais que acontecem totalmente sem querer.

Filme: A Day
Hangul:  하루
Romanização: Haru
Duração: 90 min.
Gênero: thrille, drama
Distribuidor: CGV Arthouse
Lançamento:  15 de junho de 2017

Sinopse: Kim Joon Young (Kim Myungmin) é um famoso cirurgião, mas não é um bom pai para sua filha Eun Jung. Um dia, ele vê sua filha morrer em um acidente na frente dele. A partir desse momento, o mesmo dia se repete e ele luta para encontrar o segredo por trás de tudo, junto com o motorista de ambulância Lee Min Chul (Byun Yohan).

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Midnight Runners [filme]

Olá pessoinhas lindas do meu coração, tia Hopie aqui ressurgindo das cinzas fingindo que nada aconteceu, mesmo depois de passar 84 anos desaparecida.

Acredito que vocês tenham notado, mas temos uma nova autora no blog. O nome dela é Nana, uma amiga de longa data, e ela já está postando resenhas maravilhosas pra vocês. Corram lá pra conferir e dar as boas vindas a ela, ok?

Enfim, sumi por um tempo porque eu estava sem wifi em casa, e assistir qualquer coisa pela 4G é querer matar a internet, então eu estava de molho.

MAS FINALMENTE EU TENHO WIFI DE NOVO! E já fiz a estreia dele assistindo a um filme ma-ra-vi-lho-so chamado: Midnight Runners. Uma comédia gostosa e que não força a barra pro lado da estupidez pra ser engraçado.

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Filme: Midnight Runners
Hangul:  청년 경찰
Romanização: Cheongnyeongyeongchal
Duração: 109 min.
Gênero: Comédia, Ação, Crime, Policial
Distribuidor: Lotte Entertainment 
Lançamento:  09 de agosto de 2017

Sinopse: Ki Joon (Park Seo Joon) e Hee Yeol (Kang Ha Neul) são estudantes novos na Universidade da Polícia Nacional da Coréia. Eles não são os melhores estudantes, mas são sinceros quando interessa. Eles decidem sair uma noite. No final de sua noite, eles testemunham uma jovem mulher sendo sequestrada. Ki Joon e Hee Yeol tentam envolver a polícia, mas conhecem a desculpa e a burocracia. Os dois decidem salvar a vida da jovem antes que seja tarde demais. 

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ITAZURA NA KISS: LOVE IN TOKYO

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Itazura na Kiss – Love in Tokyo

Kanji: イタズラな Kiss – Love in Tokyo (Beijo Atrevido – Amor em Tokyo)

Ano: 2013

Sinopse:

Aihara Kotoko é uma estudante do ensino médio que finalmente decide confessar o amor que sente por Irie Naoki desde da primeira vez que o viu. No entanto, Naoki, que é inteligente e bom nos esportes, ao contrário dela, rejeita a declaração. O destino intervém quando um leve terremoto destrói a casa de Kotoko e de seu pai e, sem lugar para ficarem, os dois aceitam o convite para morarem na casa do amigo de infância do pai de Kotoko até a casa ser construída de novo. Ao chegar no seu lar temporário, Kotoko se surpreende ao descobrir que um dos filhos dos donos da casa é Irie Naoki.

Vale a pena?

Olá, dorameiros de plantão!

Se vale a pena? Caramba, vale muito a pena! E essa opinião não é só minha.

Itazura na Kiss é uma adaptação do mangá do mesmo nome, lançado até 1999, que não foi finalizado porque a autora, Tada Kaoru, faleceu. Devido ao enorme sucesso do mangá, já em 1996 a série com o mesmo nome foi lançada e em 2008 um anime. Taiwan lançou as adaptações It Started With a Kiss, de 2005, e em 2008, They Kiss Again. A versão coreana é Playful Kiss, de 2010. E em 2015 foi lançado Kiss Me, a adaptação tailandesa, que tem, na minha humilde opinião, o mocinho mais charmoso de todas as versões! Mike D’angelo oppa!

Itazura na Kiss foi meu primeiro dorama e fiz essa estreia maratonando os episódios até não ter mais nenhuma lágrima para chorar com a Kotoko. A personagem principal segue a linha boa moça, humilde, prestativa (até um pouco tonta demais) mas (MAS) não é irritante. A atriz, a fofíssima Honoka Miki, passa muita segurança com a personalidade desastrada-mas-corajosa da protagonista. Por outro lado, se algum dia vocês já toparam com algum personagem arrogante, vocês vão compara-lo com Irie Naoki e pensar “bem, fulaninho não era tão ruim”.

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Irie-kun é o mocinho mais arrogante, estúpido, prepotente, teimoso, insuportável e incrível de todos os tempos. Como não assisti ainda as outras versões, só conto com a atuação impecável de Furukawa Yuki para dizer que odeio e amo esse personagem.

Os personagens secundários também são de se admirar. As amigas da Kotoko e o bad boy de coração mole (apaixonado pela protagonista, claro) são um dos destaques da trama, por serem, além daquela quebra nos momentos dramáticos, responsáveis por muitas das cenas fofas. Uma atenção especial na concorrência feminina que fica à cargo da atriz Mori Kanna, que eu achei um pouco travada no papel, mas tem umas interações divertidas com a protagonista. Algumas fora do clichê.

O dorama me surpreendeu pelo avanço na história dos personagens e eu confesso que fiquei com medo de assistir a segunda temporada e me decepcionar. Mas se for olhar só a primeira, ou assistir todas as versões possíveis, essa com certeza é uma história apaixonante!

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p.s. Muito antes de Gasai Yuno (anime Mirai Nikki) irritar com “Yuki”, Kotoko já estava formada em “Irie-kun!”.

xoxo, Nana

100 DIAS COM O SR. ARROGANTE [FILME]

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100 Dias com o Sr. Arrogante Hangul: 내 사 랑 싸 가 지

Romanizado: Nae sarang ssagaji (Meu amor, o sem modos/educação)

Ano: 2004

Sinopse:

Logo antes de completar 100 dias de namoro, a estudante Ha-Yeong é dispensada, o que a deixa furiosa! Quando ela chuta uma lata de refrigerante, não poderia esperar que justamente batesse na cabeça de Hyung-Jun, um cara da faculdade, cheio de marra. O pequeno acidente causa um arranhão no carro e como Ha-Yeong não pode pagar o valor absurdo que Hyung-Jun exige, cria um “Acordo de Escravidão”, no qual ela deve trabalhar para ele durante 100 dias.

Vale a pena?

Olá, dorameiros de plantão!

Assisti esse filme por causa do título. Se tem uma coisa que facilmente me atrai é o enredo básico dessas comédias românticas (estudante simples + cara rico arrogante + cenas absurdas). Mas é claro, nenhum filme é como o outro e a graça está nisso.

Primeiro, o título em português é muito mais legal. Segundo, a atriz Ha Ji Won é fantástica nessa atuação (como ela sempre é). Apesar de gostar dessas comédias, não é fácil me fazer rir, mas ela conseguiu isso sem muito esforço, graças às expressões hilárias e coreografias que criava nas cenas solo. “100 Dias com o Sr. Arrogante” é divertido por causa da personagem Ha-Yeong, mesmo quando ela não contracena com o talentoso (e lindo) Kim Jaewon, e isso é o mais bacana, porque é fácil se identificar com a loucura dela.

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Quanto ao Sr. Arrogante, vai perceber que ele não é tão arrogante assim. Na verdade, muito mocinho de dorama deveria ganhar esse título antes de Hyung-Jun (e isso não é um elogio a eles) mas é muito interessante acompanhar o sentimento dele se desenvolvendo pela estudante.

Claro, tem muitas cenas bizarras, e com bizarras eu quero dizer MESMO! Mas tem cenas fofas, aquele calorzinho no peito e muita torcida por um final feliz. Um filme ótimo para rir e se surpreender com um romance não focado no drama da personagem feminina, e só tem noventa e quatro minutos, então, comédia na medida certa.

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xoxo, Nana